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Equipe

Isadora Mello, 16 anos.

 

          Sou melhor com as palavras escritas do que com as ditas. Sou movida por sonhos, pela imaginação, pela vontade de colecionar sensações e essências do mundo aproveitando-as em minha vida e em tudo o que eu faço. Alma de cigana, mudo de cidade pelo menos a cada quatro anos. Nasci em Foz do Iguaçu, mas agora estou em Porto Alegre.
          Sou extremamente sensível, onde a sensibilidade é ao mesmo tempo, minha maior qualidade, e meu pior defeito. Como uma borboleta, adoro esse espírito de metamorfose e transformação, talvez aí o desejo de ser atriz. Sou fascinada por teatro, música, gatos e cinema. Tenho uma paixão por livros e por filmes. Escrevo muito, sempre estando acompanhada de um bloco, ou usando as folhas finais de um caderno. Quando estou com uma ideia na cabeça, tento colocá-la no papel. Algumas vezes, propagandas e guardanapos me ajudam quando estou sem uma folha decente, e só me resta guardar esses pequenos fragmentos. Eu tenho uma caixa lotada disso, de idéias! A minha coleção é inacreditável, costumo dizer que aquela caixa de papéis é a minha cabeça, uma bagunça, bem própria.
          Escrevo um pouco de tudo, da forma que as idéias, as músicas, e as personagens chegam para mim (sussuros, desenhos, sonhos, luzes). Gosto dos arco-íris, das estrelas, do mundo, dos sorrisos, das pessoas, dos sentimentos e principalmente, das histórias.”

 

E-mail para contato: isadora@br10.net
(Portfólio Isadora Mello)
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Vitor Toledo, 16 anos

 

      Não sou muito bom em falar quem eu sou, é algo que cada dia eu tento descobrir e traçar o meu futuro e como devo me relacionar com o que está ao meu redor. Mas, assim como todos, eu tenho dúvidas sobre minha personalidade e como lidarei com situações diversas, e sabemos que nem sempre é tão fácil esclarecer algumas questões. Não tenho muito um sonho de vida, não acho que sou capaz de mudar o mundo, mas tento colocar na minha cabeça que é importante conscientizar as pessoas ao meu redor e principalmente a mim mesmo sobre algumas questões que atrasam a felicidade coletiva em uma sociedade.
      Às vezes me perco nos meus pensamentos e não tenho facilidade para dizer como me sinto ou até para me expressar por palavras ditas, acho mais simples me expressar por palavras escritas. Amo meus amigos, amo minha família, amo música, amo skate, amo passar o dia na internet também, porque ninguém é de ferro. Não sou o tipo de pessoa que vive todos os dias intensamente e também não sou o tipo de pessoa que tem o plano de sua vida todo em sua cabeça, pensando sempre no futuro.
Tento conciliar os dois, mas às vezes só desequilibra e eu não faço nem um nem outro.
      Enfim, vocês devem ter percebido que acho mais fácil falar o que eu não sou do que o que eu sou, então acho que o melhor jeito de vocês descobrirem o que eu sou de fato é acompanhando minhas publicações aqui.

 

E-mail para contato: vitordetoledo@hotmail.com
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Marcos Park Ribeiro Nascimento, 17 anos.

 

      Antes de eu mesmo dizer qualquer coisa sobre mim, só quero avisar que sou péssimo com descrições. Acredito que seja porque vivo em constante mudança, nunca acho que aquilo que escrevi se parece mesmo com o que eu sou, ou como eu estou atualmente. Moro em Seattle (Washington), desde os meus 12 anos, mas nasci no Rio de Janeiro. O sobrenome estranho, Park, eu herdei da minha mãe, e os outros dois mais “normais”, eu diria, é do meu pai. Me mudei para cá por acontecimentos inesperados, e moro com meus avós maternos. Nós moramos em um apartamento, onde a vizinhança toda tem uma faixa etária de idade entre 50 e 90 anos, e cada um desses moradores tem uma história para contar. Não me refiro as histórias de livros, me refiro a histórias de vida. Sou muito apaixonado por histórias de vida, acho que é porque gosto de saber sobre as experiências que outras pessoas já passaram, tristezas e alegrias, gosto de me comparar a elas em algumas coisas.
      Assim como gosto dessas histórias, fotografia, música e coisas antigas são minhas maiores paixões. A fotografia, por ter a capacidade de mostrar em uma única imagem vários elementos que podem te surpreender de repente. A música, por ela mesma conseguir te levar para outro mundo, ter o poder de te tranquilizar, de te fazer lembrar de alguém, ou de ficar totalmente animado, de te fazer chorar, sorrir, enfim, todas as suas capacidades. Coisas antigas, por serem elas as primeiras, as originais. Foi aquele aparelho gigante de vinil, que deu origem ao seu som super moderno e o seu iPod.
      Agora saindo da parte “eu gosto”, e definindo o meu “eu”… Olha, eu realmente não vou conseguir dizer algo sobre mim, eu nunca consegui, prefiro me definir pelos meus gostos, acho que é a maneira mais fácil, são através deles que todos nós conseguimos nos identificar com as pessoas, são eles que nos definem! Eu não sei o que eu realmente sou, só sei o que eu não quero ser.
      Viram, sou péssimo com descrições, mas acho que deu para entender alguma coisa de mim ai. Me mande um e-mail, vai ser um prazer te responder!

 

E-mail para contato: marcosnascimento.95@hotmail.com
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Julia Werner, 15 anos.

 

     Pacifista, quase vegetariana, gaúcha e budista de coração, gosto de viver em sintonia com a natureza e a terra. Tenho uma grande admiração e respeito por ela, e acho que todos os seus elementos são lindos! Amo todos os tipos de animais, as vezes acho que me dou bem melhor com eles do que com alguns seres humanos. Tenho um amor particular pelos bovinos. Eu sei, é estranho, mas quem já teve a oportunidade de conhecer um, sabe que eles são os animais mais doces que existem e nunca se esquecem de um rosto. Foi por eles que eu parei de comer carne!
     Como eu sou diariamente? Maluca, acho que essa é a palavra. Não pensem que estou digitando isso de algum computador de um hospício. Não é sobre essa loucura que eu falo, é sobre a de rir de si mesmo, fazer as coisas sem seguir regras, pagar mico na frente de um monte de gente. Sou capaz de me vestir de um palhaço só pra te fazer rir, eu nunca desisto. Gosto que as pessoas se sintam bem com a minha companhia.
     Não gosto de parar no meio do caminho, coisas incompletas não me agradam. Sempre quis criar algo que revolucionasse o mundo, tipo uma pílula da fé, para que as pessoas não desistissem nunca. Seria legal, talvez eu ganhasse um diploma por isso, e provavelmente iria emoldurar e botar na parede, seria muito legal… Mas isso não vem ao caso. Tenho uma última coisa pra falar, que é a mais importante.
     Sou muito apaixonada por todas as categorias das artes, e é sobre uma delas que eu vou falar: a música! Ela, que por muitos anos (e ainda é) foi a maneira que encontrei para me comunicar com as pessoas para mostrar o que eu sentia. Pra mim, ela está em tudo: desde o som do ventilador, ou o do seus passos (som=música). Vivemos em um mundo de sons, é sobre os seus representantes que eu vou falar para vocês. Vou apresentar essa sinfonia diaria em que vivemos.

 

E-mail para contato: juliawerner_g@hotmail.com
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Franciele Smiderle Bremm, 15 anos.

 

     Gaúcha de coração me descrevo com paixão. Vivo de pensamentos, loucos, bizarros, confusos ou sensatos, e certas vezes me retenho em minha mente. Vejo o mundo inteiro, e mesmo percebendo estar nele, não me faço presente.
     Faço de tudo para ver um sorriso, mesmo que me custe um apelinho. Nunca tenho um gosto definido. Sabe aquela coisa de aprimorar ao máximo seu corpo e mente? Isso, sempre levei comigo. Faço de tudo para realizar meus sonhos, não vejo uma mínima possibilidade de ele não se tornar realidade. Adoro imaginar situações diversas. Sempre espero as coisas mais bizarras possíveis acontecerem comigo, é engraçado. Definitivamente rio de mim mesma direto, simplesmente porque não vejo motivo para lamentações e arrependimentos. Mas felizmente ninguém é perfeito e o meu maior defeito é ficar triste ou com raiva quando alguém desiste ou decide não seguir em frente.
     Tocar violão é minha maior paixão. Quando toco, tenho a música, faço de notas versos completos. Andar de ônibus é outro gosto que tenho. De pé para a janela, minha mente se esvazia e logo a frente na minha decida tudo volta aos poucos calmamente, percebo então que uma viajem me faz viajar pelo universo. O Guaíba é magnífico, toda vez que o vejo me imagino em seu leito esperando o sol desaparecer por completo.
     Vivo de aprendizados, e levo um ponto de vista positivo, sobre tudo que se pode ser debatido. Mas deixo um conselho: conclusões próprias valem mais do que opiniões formadas.

 

E-mail para contato: francielesb555@hotmail.com
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