Love Story (1970)
Crítica ao clássico “Love Story”, filme de 1970

Carregando a fama de um dos mais românticos filmes já realizados e talvez o mais popular, ele é de 1970, conta a história do maior amor de uma vida. Enquanto o filme era feito, seu autor, Erich Segal, consecutivamente escreveu o livro baseado em seu próprio roteiro, quando percebeu enquanto corriam as filmagens que ele se tratava de algo especial. E foi mesmo, como eles previram!
Love Story recebeu não só a adoração do público – é um marco na vida de muitos! – como também 7 indicações ao Oscar, entre eles de “Melhor Filme”, “Melhor ator” e “Melhor atriz” para o casal protagonista (Ali MacGraw e Ryan O’Neal) e de “Melhor trilha sonora”. A belíssima trilha recebeu o prêmio e ainda por cima, carrega o reconhecimento popular, uma canção que remete ao filme e ao próprio amor.
Muitas das histórias de amor que depois vieram a ser lançadas, nelas podemos perceber um pouco de Love Story. Pois é um roteiro simples, com a intenção principal de mostrar e enfatizar o amor, do jeito que ele é, ao qual não cabe muita explicação, sem razão por muitas vezes. Ele é assim, natural, despretensioso, vem, acontece, não precisa de muita determinação, e é um sentimento tão espetacular, que mesmo nas sua forma mais simples e rápida, ele não deixa de ser grandioso e cativante.
Talvez por ter sido a origem de muitos sucessos de hoje em dia, quem o assistir pode até imaginar o final e o considerar previsível, mas vale a experiência de assistir o sucesso, de se emocionar, de suspirar e deixar cair algumas lágrimas. Com uma forma tão bonita de realçar a verdadeira maravilha que é a simplicidade e as pequenas coisas (o filme mesmo teve um baixo orçamento e usou de atores até então desconhecidos pelo grande público) tenho a certeza que ele te trará momentos inesquecíveis!
Com esperteza, sensibilidade, diálogos ricos, mostram tanto os momentos bonitos de um casal que se conhece, que passa a se amar, quanto as dificuldades por quais eles vivem. Uma linda e conhecida mensagem que ficou imortalizada por conta do filme é dita por Jenny para seu amado: “Amar é jamais ter que pedir perdão”.
Nos trás muitas reflexões não é mesmo? Pode ter o sentido de que quando amamos alguém, perdoamos seus defeitos e erros, sem necessariamente ter que escutar as palavras: “Me desculpa?” pois no amor, devemos agir sem pensar nas futuras retribuições que podem vir. Mas o perdão não seria bom? Ele não simboliza que reconhecemos nossas falhas? Ou pode ter o sentido de que, quando amamos, não devemos dar motivos para entristecer alguém, assim não há motivos para ser necessário pedir perdão. Com qualquer intensão que tenha, é algo incrível para se pensar! Ou arrumar uma teoria para se acreditar!
O casal quebra barreiras sociais, supera questões financeiras, os pais autoritários e que são contra a relação entre eles, tanto por serem jovens, quanto por serem de classes sociais diferentes. E se você observar… São todos assuntos que continuam cabendo para os dias de hoje!
Então, várias razões para ver esse filme! Um clássico que continua atual, um filme romântico e que ainda pode ser paupável ,possível, podendo acontecer com qualquer um de nós!
Experiências reais que você pode viver, memórias e amores que passaram e passarão pela sua vida e estarão lá te fazendo lembrar do filme!
De alguma forma, ele será inesquecível para você, nem que seja pela emoção que você sentirá só pelos sons!
Ps: Você pode alugar ou comprar. Eu comprei no Mercado em uma promoção, ficou por R$:19,00. Procurei nas lojas Americanas e encontrei por R$:21,90
Ah, não estou exagerando que Love Story é a inspiração e origem de muitos romances. Nicholas Sparks que é um grande autor da nossa geração, principalmente no gênero romance, com certeza se baseou em Love Story para alguns de seus filmes, são tantas semelhanças que até comprometeu a credibilidade que eu mesma tinha dele como autor!
Por: Isadora Mello
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